Café de Beira de Estrada
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melancólico
Onde foi parar?
Todas as vezes que amei, amaldiçoei os meus sentidos por sentirem demais
Carta à saudosa melancolia,
Antes que eu deixe de existir
Tormento de sensibilidade
Você não me deixa colorir a gente
Eu sempre perco para você
Eu sei que devo ir e todas as minhas células querem ficar
Existo no futuro do pretérito e me desfaço no presente
Até mesmo as estrelas tem seu fim
Eu queria pausar o tempo
Seu fantasma ainda dança comigo nos fins de tarde
Olheiras e noites mal dormidas
A dívida do que não foi dito
O adeus me desfaz
Eu quero parar de queimar
Plutarco me chamou de Teseu | Poema
O imortal do meu amor
Palavras embargadas em choro engolido e frenesi
Tua ausência é o que me arde
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